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Eu Sou a Minha Própria Mulher-Doug Wright

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A Companhia de Teatro Seiva Trupe, para assinalar os 50 anos de carreira do actor Júlio Cardoso, montou, em estreia absoluta no país, o espectáculo de teatro “EU SOU A MINHA PRÓPRIA MULHER”, de Doug Wright, e encenação de João Mota, sobre o qual a crítica teceu os mais rasgados elogios. Esta obra foi escrita por um dos autores contemporâneos mais premiados, o norte-americano Doug Wright que obteve com esta peça, entre outros, o P...rémio Pulitzer para Teatro e o Prémio Benjamim H. Danks da Academia Americana de Artes e Letras. Agora, e após itinerância por vários pontos do país, este espectáculo irá estar em cena em Lisboa, no Teatro da Comuna, durante o corrente mês de Outubro, de 14 a 31. Doug Wright inspirou-se na vida de um travesti alemão, personagem verídica, nascida como Lothar Berfeld, o qual recusou e reinventou, assumindo a identidade de Charlotte von Mahlsdorf. A peça conta a história desta “alemã” que nasceu e cresceu na Alemanha, montando e preservando um museu fantástico ...

Companhia Nacional de Bailado - «Savalliana»

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Considerando que toda e qualquer mudança parte sempre de um indivíduo, mesmo que se trate de uma mudança colectiva, este trabalho reflecte as dicotomias entre o grupo e o indivíduo, entre a unidade e a fragmentação, numa lógica constante de construção e de desconstrução... e se isto se prova no gesto coreográfico de Savalliana também se denota no próprio processo de criação do espectáculo. Companhia Nacional de Bailado - «Savalliana» 28-09-2010 | 21:30 | Cine-Teatro Constantino Nery/Matosinhos

Janis e a Tartaruga

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Janis é uma jovem à boleia pelas estradas de um país em mudança. A força interior que a acompanha nesta viagem é apenas um reflexo de uma geração que incorporou a mudança social como o maior dos desejos colectivos. Janis é a voz de uma juventude que procurou encontrar-se a si própria através do excesso e que procurou na diferença um manifesto para a auto-afirmação. O espaço-tempo desta peça encontra frente-a-frente as drogas e a libertação sexual, a música rebelde e os sentimentos anti-guerra, a luta anti-racista e o alcance de uma existência mais verdadeira. Muitos verão em Janis a figura lendária de Janis Joplin. Outros sentirão que aquela que caminha é apenas uma entre muitos jovens que decidiram fazer frente a uma América que colocou tartarugas lentas no caminho. “Janis e a Tartaruga” não é uma biografia. É apenas, de alguma forma, uma visita à geração dos sessenta. Ficção, monólogo, uma rapariga, uma tartaruga... e outra que aparece no lugar de cada um de nós. O monólogo escrito ...

Casimir et Caroline - Ödön von Horváth

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Munique, anos 1930, uma noite na festa da cerveja, posto de observação que Ödön von Horváth escolheu para contar, em Casimir et Caroline, a euforia angustiada de uma geração a viver o pesadelo do período entre as duas Guerras Mundiais. Uma peça política, sem “mensagem” e sem moralismos de circunstância, que permite a Emmanuel Demarcy-Mota prosseguir a sua pessoalíssima reflexão sobre a condição dos heróis contemporâneos, homens sem qualidades submersos em violentas crises identitárias, primos direitos do Bérenger de Rhinocéros, de Ionesco , ou do Galy Gay de Homme pour homme, de Brecht. “Carrossel fúnebre”, lemos numa recensão crítica a este espectáculo rigoroso e feérico, de uma tristeza serena, o primeiro que Demarcy-Mota assinou na qualidade de director do parisiense Théâtre de la Ville. 9 de jul/2010 no Teatro Nacional de S.João/Porto

Fim de Partida-Samuel Beckett

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O universo de questionamento sobre o absurdo da condição humana tem neste espectáculo uma força pouco comum. Esta obra-prima de Samuel Beckett apresenta uma série de personagens que interagem por hábito e dependência, mas que alimentam sentimentos algo sinistros entre elas. Nell e Nagg perderam as pernas e vivem fechados em grandes latas de lixo, constatando que não há nada mais engraçado do que a desgraça. O seu filho Hamm é cego e ocupa o centro da cena, sentado no seu cadeirão de rodas. Clov, o seu empregado, fala da sua vontade de abandonar ou matar Hamm. Uma produção do Cine-Teatro Constantino Nery/Matosinhos,de 09/06 a 30/06/2010, Encenação: Julio Castronuovo; Elenco: António Reis, João Melo, Romi Soares, João Paulo Costa; Cenografia: Carlos Barreira; Figurinos: Luísa Pinto; Desenho de Luz: Júlio Filipe.

Dies Irae, en el requiem de Mozart - Companhia Marta Carrasco

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Foi inspirada pelo "Requiem", a famosa obra fúnebre de Mozart, que a coreógrafa e bailarina espanhola Marta Carrasco criou este espectáculo. Em palco, 13 intérpretes (entre actores, bailarinos e músicos) representam o Dia do Juízo Final, tema a que se refere o «Dies Irae», um dos movimentos desta obra litúrgica. O medo e a impotência perante a morte misturam-se aqui com a fúria, a revolta e o desespero, numa pluralidade artística característica do trabalho desta artista. Uma criação e direcção de Marta Carrasco,esta companhia Espanhola integra o Fitei/2010, dia 07/06 no TNSJ/Porto.

Júlio Cardoso-Prémio Nacional de Teatro Ruy de Carvalho

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PRÉMIO NACIONAL DE TEATRO RUY DE CARVALHO PARA JÚLIO CARDOSO No próximo sábado, dia 8/05/2010, e no âmbito do ETC - Encontro Nacional de Teatro, o actor / encenador Júlio Cardoso receberá das mãos de Ruy de Carvalho o galardão com o nome deste último artista, que visa reconhecer o trabalho desenvolvido por uma personalidade na área teatral.